O atacante Julián Quiñones, artilheiro da seleção do México na Copa do Mundo de 2026, tem um passado conturbado. Antes de se tornar o herói da equipe com três gols no torneio, ele era conhecido como “Bêbado” e já se envolveu em uma briga de faca com um colega de time. Quiñones nasceu na Colômbia, mas foi naturalizado mexicano após atuar por mais de uma década no futebol do país.
Durante a partida contra a Inglaterra, no Estádio Azteca, torcedores mexicanos soltaram gritos homofóbicos. Eles chamaram o goleiro inglês Pickford de “puto” durante uma cobrança de tiro de meta no primeiro tempo. O México tem histórico de punições da Fifa por esse tipo de conduta.
O meio-campista Bellingham foi o destaque da Inglaterra na partida. Ele marcou dois gols em dois minutos e foi decisivo para a vitória da sua seleção. O camisa 10 inglês brilhou no primeiro tempo e deixou a equipe em vantagem contra o México, em jogo válido pelas quartas de final.
Antes do jogo, o ônibus da seleção inglesa foi surpreendido com um banho de espuma. Torcedores mexicanos fizeram a brincadeira do lado de fora do Estádio Azteca. Apesar do “carnaval”, nenhuma briga foi registrada.
Em outro momento do dia, Vini Jr. interrompeu uma entrevista para cumprimentar Haaland com um abraço. O gesto de respeito entre os craques ocorreu na zona mista após a derrota do Brasil para a Noruega.
Haaland disse que acreditava ser impossível vencer o Brasil na Copa. “Estava enganado”, afirmou o atacante norueguês, que foi o carrasco da Seleção nas oitavas de final. Ele fez dois gols no segundo tempo e eliminou o Brasil, que amargou o maior jejum em Copas desde 1990. Neymar descontou no fim, mas não evitou a derrota.
O ex-jogador Cafu, capitão do penta, lamentou a eliminação. Ele publicou uma longa mensagem nas redes sociais, na qual destacou que a equipe brasileira voltará mais forte. “Dói, e muito”, escreveu.
